# @leilakruger1 on Instagram

- **Type:** Image
- **Original URL:** https://www.instagram.com/p/DTxbTljji2y
- **Gondola URL:** https://gondola.cc/posts/61577682-leilakruger1-instagram
- **Thumbnail:** https://img.gondola.cc/tr:w-,h-,fo-auto/postThumbnails/34574be2b5.jpg
- **Posted:** 2026-01-21T12:12:34.000+00:00
- **Account Owner:** Leila Krüger (@leilakruger1) — https://gondola.cc/leilakruger1

## Caption

Publicado em bhaovivonews 

Stephen Hawking, provavelmente o maior físico do século XXI (in memoriam) dizia que “inteligência é a capacidade de se adaptar às mudanças”. Para Sigmund Freud, ela é o único meio para dominar nossos instintos. Já para Antoine de Saint-Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”, é o espírito, e não a inteligência, que conduz o mundo. Mais recentemente, Daniel Goleman criou a ideia (mas não o termo, que é mais antigo) de “inteligência emocional”. Quando penso em inteligência, em um sentido amplo e profundo, concordo com Goleman: não é apenas QI, mas a capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerirmos bem as emoções, tanto em nós mesmos quanto em nossos relacionamentos.

A moderna neurociência assume que a inteligência não se limita a uma questão biológica: envolve também a interação de fatores biopsicossociais, que podem ser aperfeiçoados ou não em cada ser humano. Assim, os processos intelectuais estão diretamente ligados a várias outras funções desenvolvidas pelos corpo humano, como, notavelmente, as emoções.
Inteligência não existe desconectada da emoção.
Quer mais Ciência? Por exemplo, a formação do hipocampo do cérebro, um corpo mamilar junto à estrutura denominada “amígdala”, apresenta interligações entre funções cognitivas e emocionais. Memória e emoções são atividades diretamente relacionadas à inteligência.

Então, eu — e muitos especialistas — não consigo considerar a Inteligência Artificial (IA) uma inteligência de fato: ela busca simular o cérebro humano e as conexões neurais, mas é apenas simulação, e não há emoção. Há algoritmos. Códigos frios programados por humanos, que aprendem com humanos, mas não são humanos. Precisamos sempre nos lembrar disso, embora às vezes queiramos esquecer: IA é uma máquina. E máquinas não amam, sequer sentem. 

Ainda não. 

#saúdemental #bemestaresaude #ia #tecnologia #comportamento 

Leia mais nos comentários 🧵

## Stats

- **Views:** 0
- **Likes:** 0
- **Shares:** 0
- **Comments:** 4

## Tags

comportamento, ia, bemestaresaude, tecnologia, saúdemental

---
Copyright (c) Gondola