Sabe quando a gente chega cansadona da escola, faculdade ou trabalho, bate aquela fominha e por X motivos você pega aquele pacote de biscoito (ou bolacha?) recheado (que inclusive, não é mais tão gostoso como era antigamente) e não consegue parar nas 3 ou 5 bolachinha, que seria a porção recomendada pela quase invisível tabela nutricional, e não mais que de repente já devorou o pacote inteiro?
Ou quando você tá no transporte, longe de casa e decide dar uma beliscada naquele salgadinho, cuja embalagem parece até vazia demais e quando termina, parece que sua fome tá ainda maior?
Essas são estratégias pensadas pela indústria dos ultraprocessados, que se beneficia cada vez mais da falta de informação e dos vários obstáculos para adquirir alimentos mais saudáveis que a maioria das pessoas enfrentam, aproveitando desse espaço para preencher prateleiras de alimentos práticos, fáceis, rápidos, baratos (nem sempre) mas com mais malefícios do que benefícios ao serem consumidos pela população....
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