Rafael Ratão surgiu como uma promessa no São Paulo, mas a vida de um jovem jogador foi marcada por ascensão rápida, que culminou em um jogador indisciplinado e que aprontou fora dos gramados.
Com uma adolescência presente em festa, bebidas, a mãe teve que buscar o filho nos bailes funks para que ele conseguisse ir aos treinos em Cotia. Aos 29 anos, Rafael Ratão fala sobre o tema sem restrições.
— Eu estava em uma escolinha em Limeira e fui para a base do São Paulo. Não caiu a ficha. Eu não levei a sério. Tinha folga, ia para minha cidade, curtia o baile no domingo e tinha que voltar de madrugada. Pegava metrô na Barra Funda, um ônibus até Cotia, depois um táxi até o CT. Tinha que sair às 4h ou 5h para chegar a tempo.
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