Queremos ouvir relatos diretos e reais: o que as mães gostariam que os homens soubessem sobre maternidade e, principalmente, sobre o puerpério.
A chegada de um filho não impacta só a rotina. Afeta o corpo, o sono, a saúde mental, a relação com o trabalho, com o parceiro e consigo mesma. O puerpério envolve recuperação física, oscilações hormonais e uma carga mental que, na maioria das vezes, segue sendo tratada como “natural” e é invisibilizada. Além do cansaço pelas noites mal dormidas, as cobras sociais para que elas sejam uma boa mãe e companheira são intensificadas. A rede de apoio é um fato importante para atravessar esse período com menos sofrimento. Ainda assim, muitas mães precisam explicar o óbvio, pedir o básico ou lidar sozinhas com decisões e responsabilidades que deveriam ser compartilhadas.
Essa conversa não é sobre romantizar a maternidade, nem sobre apontar culpados. É sobre entender que “ajudar” não é favor, é função.
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