Vejo que é a verdadeira felicidade (ou Eudaimonia, como falavam os Gregos) é o prazer que surge quando sentimos orgulho do resultado de nossas ações; que é quando olhamos para um passado recente ou distante, e sentimos orgulho do que fizemos.
Pode ser uma coisa simples, como sentir orgulho de ter conseguido consertar um chuveiro, ou mais complexa, como ter conseguido escrever um livro.
Em essência felicidade seria então um tipo de orgulho que vem de notarmos que fomos responsáveis por causar algo bom, ou um conjunto de coisas boas, por meio de escolhas racionais.
A respeito disso, Aristóteles traz à tona uma ideia de Sólon, sem discordar dela; de que só podemos afirmar [olhando de fora] que uma pessoa alcançou a felicidade [como um todo] depois de morrer.
Vejo que isso faz sentido, pois uma pessoa pode, perto do fim da vida, cometer um ato que a deixe arrependida a tal ponto de fazê-la se arrepender do conjunto de escolhas que fez ao longo de sua vida.
Do mesmo modo, acredito...
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