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Discriminação disfarçada de “brincadeira” pode custar caro. Uma funcionária de Minas Gerais, diagnosticada com TDAH, foi alvo de humilhação no ambiente de trabalho. Era chamada de “lerda” e “sonsa” pelos colegas, e chegou a receber um troféu de “mais lerda do setor”. Agora, a Justiça determinou indenização de R$ 20 mil por dano moral. O depoimento da própria chefe confirmou que as ofensas eram conhecidas e toleradas, o que escancarou a omissão diante da violência psicológica. A perícia médica apontou que o ambiente hostil contribuiu para o desenvolvimento de um transtorno ansioso-depressivo relacionado ao trabalho. Esse caso revela o que muitas pessoas com TDAH enfrentam todos os dias: piadas disfarçadas de humor, julgamentos e falta de sensibilidade no ambiente profissional. E aqui vem o ponto polêmico (e quero ouvir a opinião de vocês): Talvez sim, a funcionária tivesse mais dificuldade ou demorasse mais para executar certas tarefas. Isso faz parte do TDAH. Mas isso não sign...

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