Copy trading vende uma fantasia de “automatizar” resultado.
Só que a maioria dos copies não entende nem o básico: capacity (o limite de volume que sua estratégia aguenta antes de quebrar), impacto de mercado (quando sua ordem mexe no preço) e slippage (o preço que você queria vs. o que realmente conseguiu).
E o que piora: grande parte desses sistemas não nasce de edge real, mas de ferramentas que lembram um solver.
Pegam milhares de parâmetros, ajustam até o último detalhe e entregam um backtest perfeito.
É o caso de plataformas como Strategy Coint, que fazem otimização excessiva. Isso gera overfitting: uma ilusão estatística que funciona só no passado.
Na prática, o seguidor copia uma estratégia que não existe no real.
As ordens entram em massa, deslocam preço, slippage explode e a “estratégia vencedora” derrete.
É profecia auto realizável com cara de inovação.
A CVM já enquadrou: desde julho/2025, copy trading é regulado, exige credencial de analista e transparência.
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