Monte Carlo é o crash test das estratégias quantitativas.
Serve para ver se a lógica realmente gera alpha ou se o “resultado bonito” não passa de coincidência estatística.
Ele embaralha os retornos, simula milhões de cenários alternativos e mostra se sua estratégia sobrevive fora do caminho perfeito que o backtest encontrou.
Se passar, há algo de robustez.
Se falhar, é só sorte mascarada de modelo.
O problema é que muita gente esquece o óbvio: Monte Carlo não transforma lixo em ouro.
Rodar esse teste em estratégia ruim é igual bater Ferrari de brinquedo em túnel de vento — não prova nada.
E pior ainda: confiar em plataforma terceirizada que vende “robustez” pronta.
Na prática, muita delas fazem errado, tratam ruído como sinal e entregam gráficos de “confiança estatística” dignos de PowerPoint motivacional.
O StrategyQuant, por exemplo, é campeão nesse teatro.
Pega qualquer coisa mal feita, roda um “Monte Carlo fake”, plota meia dúzia de curvas aleatórias e pronto: par...
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