Você não está ficando “fraco”. Você pode estar esgotado.
Entre os 50 e 60 anos, muitas pessoas começam a sentir algo difícil de explicar: cansaço constante, estresse acumulado, dificuldade de concentração, sensação de que o cérebro já não responde como antes. Tarefas simples passam a exigir mais tempo. A produtividade cai. Surge o medo silencioso: “Será que estou perdendo minhas capacidades?”
A psiquiatria observa que existem dois grandes picos de procura por atendimento: na juventude, por volta dos 20 anos, e novamente na quinta década da vida. E esse segundo momento costuma vir carregado de responsabilidades, cobranças e anos de sobrecarga emocional.
Nem sempre é demência. Nem sempre é um transtorno grave. Muitas vezes é estafa, privação de descanso, excesso de pressão, alterações do sono ou desgaste crônico acumulado ao longo de décadas.
Por isso, a abordagem psiquiátrica é cuidadosa e ampla: avalia estilo de vida, rotina, qualidade do sono, nível de estresse e, quando necessári...
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