Muita pose e pouco propósito. Esse é o maior buraco onde vejo cantores e artistas se perdendo há mais de 10 anos no mercado da música.
O erro é quase sempre o mesmo: a pessoa gasta toda a sua energia construindo uma expectativa de COMO ela quer ser vista, em vez de focar na verdadeira razão da sua existência, que é o servir.
Nessa busca cega por validação, entra-se em um ciclo de vazio e frustração absurdo.
O prazer de ser notado é momentâneo. É uma dose de dopamina que passa rápido. Quando a luz do palco apaga e o barulho dos aplausos cessa, o que sobra é o silêncio de uma alma que não se reconhece no personagem que criou.
A verdade nua e crua: enquanto o seu objetivo for “ser visto” em vez de “servir”, você sempre vai apanhar.
O ego é um mestre cruel que te mantém escravo da opinião alheia. Já o servir é o que traz preenchimento real.
No meu trabalho de mentoria e consultoria, eu bato sempre na mesma tecla: você não constrói negócios ou carreiras de sucesso do lado de fora...
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