Parte 2
Após ouvir o relato de mais de 500 testemunhas, inclusive não cristãs, a Igreja classificou os fenômenos ocorridos em Akita como sobrenaturais e autênticos, autorizando a devoção mariana naquela diocese.
Em abril de 1984, o Rev. John Shojiro Ito, Bispo de Niigata, no Japão, após anos de consultas à Santa Sé e de investigações, declarou que os eventos de Akita eram de origem sobrenatural e autorizou, para toda a diocese, a veneração da Santíssima Mãe de Akita.
Em junho de 1988, no Vaticano, o Cardeal Joseph Ratzinger (posteriormente Papa Bento XVI), então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, confirmou o julgamento favorável, considerando os eventos e as mensagens de Akita como confiáveis e dignos de fé.
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