O pregador afirma que, historicamente, quando muçulmanos conquistavam um território, ocorria um processo em etapas. Primeiro, havia o convite à conversão ao Islã. Caso a conversão fosse recusada, os não-muçulmanos poderiam permanecer em sua fé mediante o pagamento da jizya (taxa), vivendo sob proteção do Estado islâmico e sob a Sharia, com restrições a determinadas práticas públicas, como clubes noturnos ou fornicação. Se essa condição também fosse recusada, segundo o discurso, ocorria o confronto armado.
A jizya (ou jizia) é um imposto per capita histórico no Islã, cobrado de não-muçulmanos (dhimmis) em territórios governados por leis islâmicas. Em geral, era aplicada principalmente a homens adultos aptos, em troca de proteção estatal, isenção do serviço militar e permissão para praticar sua religião com autonomia limitada. Sua base textual está no Alcorão 9:29, e sua aplicação variou ao longo da história conforme a época, a região e o governante.
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