Muito se tem comentado sobre a prescrição de terapias incretínicas como os agonistas do receptor de peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1RA) e agosnistas duplos de GLP-1RA e do receptor do peptídico insulinotrópico dependente de glicose (GIP) no tratamento da Apneia Obstrutiva do Sono (AOS). No trabalho disponibilizado para vocês informações sobre a fisiopatologia da AOS, o impacto da obesidade na AOS e outras informações pertinentes aos medicamentos em questão nessa condição. Um ponto importante é que existem diversos mecanismos periféricos e mediados centralmente pelos quais as terapias com incretinas funcionam, contudo, AINDA NÃO ESTÁ CLARO em que medida esses medicamentos ajudam a tratar a apneia obstrutiva do sono (AOS) por meio do impacto direto na fisiopatologia da apneia e em comparação com o impacto secundário na perda de peso. Os trabalhos também salientam que são necessárias mais pesquisas para avaliar o impacto LONGITUDINAL dos medicamentos na apneia obstrutiva do sono,...
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