Sabemos que o grande desafio da atualidade é o manejo do paciente com bruxismo de vigília. Será que a toxina botulínica irá causar benefício para o paciente? A utilização do biofeedback traz melhoras para o paciente? Será que toxina e biofeedback melhoram nesses pacientes com bruxismo de vigília a dor e/ou os fatores psicossociais (eixo II)? Será que num curto período a toxina por agir nas fibras musculares devido a sua ação colinérgica é uma boa opção terapêutica para esses pacientes? Será que o biofeedback por promover maior consciência sensório-motora e regulação consciente da atividade muscular pode ajudar a interromper a atividade muscular e promover autorregulação do comportamento do paciente? Qual dessas duas terapias é a preferida para a prática clínica? Todas essas respostas você encontrará no material disponibilizado hoje aqui na comunidade.
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