Disseram que a criatividade morreu, que a
#inteligênciaartificial apertou um botão e substituiu o humano, que agora qualquer imagem, qualquer vídeo, qualquer ideia pode nascer sem esforço. Eu vejo diferente. O que morreu foi a desculpa de criar sem direção.
Criatividade nunca foi sobre sofrer para provar valor, foi sobre enxergar antes, conectar repertórios, tomar decisões. A IA só amplia o que já existe na sua cabeça. Se não existe conceito, ela entrega excesso. Se não existe visão, ela devolve ruído. É por isso que, dentro da
#criatividadedigital, quem tem pensamento estratégico continua raro.
Usar IA de forma efetiva é saber provocar a ferramenta, saber refinar, saber editar com critério. No
#marketingcriativo e no universo de
#UGC, a IA virou infraestrutura, mas direção continua sendo humana. Sensibilidade não se automatiza. Identidade não se terceiriza.
Essas criações que você está vendo são um exemplo claro disso. O
ingi.ai não usa IA como atalho, usa como extensão criativa, c...