Quando a crítica é constante, ela deixa de ser sobre comportamento e passa a ser sobre quem você é.
Não é mais um ajuste, é um ataque.
Não é cuidado, é controle disfarçado.
Na psicanálise, a crítica repetida vai sendo introjetada.
Ela vira uma voz interna que acusa, enfraquece e corrói a autoestima.
A pessoa começa a duvidar de si, do seu valor, da própria percepção.
Orientar é diferente de humilhar.
Apontar limites não exige ferir a identidade do outro.
Se toda crítica te diminui, te cala ou te faz se sentir insuficiente,
isso não é amor, não é zelo, não é educação.
É violência emocional.
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