Quando você está com seu filho, onde está a sua atenção de verdade?
O corpo pode estar presente, mas o olhar muitas vezes está na tela.
Para a criança, presença não é só estar perto. É ser visto, escutado, sentido.
Quando o celular ocupa esse espaço, algo se perde no vínculo, mesmo sem intenção. Não como culpa, mas como efeito.
Vale se perguntar: o que essa tela tem ocupado no seu lugar? Cansaço, fuga, excesso de demandas?
E o que seria possível fazer de diferente, ainda que em pequenos gestos?
Talvez seja guardar o celular por alguns minutos.
Talvez seja olhar nos olhos, responder com calma, brincar sem pressa.
Pequenos movimentos de presença real constroem segurança emocional.
Não é sobre perfeição.
É sobre consciência e escolha.
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