Chegou ao Senado o projeto que reconhece o trabalho do protetor de animais como serviço de utilidade pública.
Bonito no papel.
Simbólico.
Aplaudido.
Reconhecer o trabalho dos protetores de animais como “utilidade pública” é um passo simbólico.
Mas símbolo não paga ração,não quita clínica veterinária, não reduz conta de luz e não compra medicamentos.
Enquanto o Estado entrega títulos, muitos protetores seguem endividados, exaustos e sustentando sozinhos uma responsabilidade que deveria ser compartilhada com o poder público.
Protetores não precisam apenas de aplausos.
Precisam de política pública concreta:
• ração com subsídio ou isenção de impostos
• descontos reais em água, energia e tributos
• acesso facilitado a medicamentos e atendimento veterinário
• ajuda de custo mínima para quem atua há anos salvando vidas
• canais diretos e obrigatórios de atendimento nas prefeituras
Reconhecimento sem estrutura é transferência de responsabilidade.
Compromisso com políticas públi...
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