É inaceitável imaginar que informações pessoais, como o CPF usado na farmácia, possam parar nas mãos de planos de saúde para identificar doenças preexistentes, negar coberturas ou aumentar preços. Dados de consumo de medicamentos, coletados por aplicativos ou cadastros, podem ser usados para induzir compras desnecessárias e violar a privacidade garantida pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O que deveria ser um simples desconto, vira um risco à dignidade e à saúde do consumidor.
mpamazonas
defensoria.am Defensoria Pública da União - DPU rafael_vm_barbosa Assembleia Legislativa do Amazonas
#farmarcia #consumidorinformado #procon procon_amazonas