Sempre fui uma pessoa alegre, brincalhona, que fala alto sem medo de ser ouvida, que dança em público sem vergonha, calorosa e profundamente feliz.
Mas, influenciada pelas expectativas sociais sobre a “seriedade” da vida adulta, escondi e passei a viver uma vida que não era realmente minha, moldada por crenças que me limitavam e me afastavam da felicidade autêntica.
Quando decidi resgatar a minha essência, percebi o quão libertador é abraçar quem realmente somos.
Colorir, desenhar com canetas coloridas nas abas dos cadernos, jogar videogame, fazer castelinhos e escrever meu nome na areia, dançar sozinha quando ficar feliz, fazer piadas que só tem graça para mim, redescobrir o prazer de andar descalça e de me permitir pequenas aventuras que enchem a vida de significado...
Envelhecer não precisa ser sinônimo de “chato”.
Pelo contrário, acredito que quanto mais nos permitimos divertir, mais plena e enriquecedora se torna a nossa jornada. Isso não me afasta da profissional que eu s...
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