Sabia que o câncer de pulmão nem sempre está associado ao tabagismo?
Segundo a OMS, cerca de 20% dos casos ocorrem em pessoas que nunca fumaram. Nesses cenários, a investigação clínica precisa ir além do fator de risco clássico.
Em não tabagistas — especialmente mulheres — a genética assume papel central. Mutações têm sido associadas a maior risco de câncer de pulmão e podem influenciar tanto o diagnóstico quanto as decisões terapêuticas.
Nestes casos, a genética permite individualizar o cuidado, orientar estratégias de tratamento, definir um acompanhamento mais adequado e identificar riscos para familiares.
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