Um estudo recente apresentado no Congresso Europeu de Câncer de Pulmão - 2025 mostrou um avanço importante no tratamento do câncer de pulmão de não pequenas células com mutação no gene EGFR.
O tratamento proposto pelo estudo, com a combinação de dois medicamentos — amivantamabe e lazertinibe — aumentou a sobrevida global dos pacientes em mais de 12 meses e reduziu o risco de morte em 25%, quando comparada ao tratamento padrão atual. Além disso, houve menor progressão de tumores no cérebro, e este benefício foi observado mesmo em casos metastáticos. Os efeitos colaterais são controláveis, mas exigem atenção.
É importante destacar que, embora eficaz, o novo tratamento traz efeitos colaterais relevantes – principalmente dermatológicos – e ainda enfrenta desafios de custo e acesso no sistema de saúde.
Ainda que os desafios se apresentem, essa é uma boa notícia para pacientes com esse tipo específico de tumor, que é agressivo e afeta inclusive pessoas jovens e não fumantes.
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