Nas últimas décadas, cresceu o número de mulheres diagnosticadas com câncer de pulmão sem nunca terem fumado. E hoje sabemos que, em muitos casos, o fator decisivo não é o cigarro, mas a genética. Vamos entender?
Estudos mostram que alterações em genes como EGFR, ALK, ROS1, TP53 e KRAS estão por trás de grande parte dos casos de adenocarcinoma pulmonar em mulheres não fumantes.
Essas mutações, muitas vezes herdadas, fazem com que as células do pulmão cresçam de forma descontrolada, mesmo na ausência de tabagismo.
🔎 Mulheres com histórico familiar de câncer, especialmente em idade jovem, podem ter maior risco, e nem sempre esse histórico é óbvio. Às vezes, o “sinal de alerta” está em outros tipos de tumores na família.
Importante lembrar que hoje já é possível identificar essas mutações com exames genéticos, o que permite diagnóstico mais preciso e acesso a tratamentos específicos.
📌 Se você tem histórico familiar de câncer ou foi diagnosticada com câncer de pulmão sem ter fumado...
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