Às vezes, se afastar do que ou de quem nos faz mal se parece com a amputação de uma parte do nosso corpo. Da nossa alma. A sensação pode ser mesmo excruciante.
Mas a dor aguda e repentina do afastamento, do corte, do fim, pela escolha racional e de autopreservação, ainda é melhor que manter a “doença” de uma relação tóxic@, seja com pessoas ou coisas.
Se não houver essa decisão de amor-próprio, não haverá cura, apenas mais degradação emocional e, consequentemente, física.
💭 Do que ou de quem precisamos nos despedir? Talvez partes de nós mesmos que já não servem mais, ou mesmo nunca serviram.
Leila Krüger.
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