E se o Mauazinho deixasse de ser visto como “problema”… e passasse a ser referência?
Como arquiteta e urbanista, eu não vejo “área degradada”.
Eu vejo **potencial urbano ignorado**.
Os pontos mais críticos, como áreas de risco, bordas de erosão e ocupações desordenadas, não precisam de abandono.
Precisam de projeto, técnica e visão.
A proposta começa com segurança:
contenção de taludes, drenagem eficiente e recuperação do solo.
Depois vem a cidade de verdade:
ruas acessíveis, arborização intensa, espaços públicos vivos, áreas de convivência e mobilidade organizada.
E junto disso, algo essencial: Dignidade para quem já mora ali.
Não é sobre remover.
É sobre requalificar, integrar e valorizar.
Casas revitalizadas.
Paisagismo com espécies amazônicas.
Espaços antes esquecidos se transformando em áreas de encontro, lazer e vida.
Porque cidade boa não é a que exclui.
É a que transforma o que já existe.
O Mauazinho não precisa ser apagado.
Ele precisa ser reordenado e replanejado.
#Urban...