Ele era jovem, cheio de sonhos, com o brilho de quem começa uma relação acreditando que vai dar certo.
Ninguém entra num relacionamento planejando o fim. Mas, no meio do caminho, ele foi se perdendo.
Foi ignorando os sinais.
A tensão crescendo.
Os desconfortos que nunca viravam conversa.
A falta de verdade consigo mesmo.
O orgulho maior que a humildade de reconhecer os próprios erros.
A imaturidade emocional tem disso:
ela nem sempre grita no começo.
Às vezes, ela aparece nas palavras ditas na raiva, no silêncio que pune, nos “nãos” para quem está dentro da relação e nos “sins” para quem está fora.
Nas pequenas deslealdades, nas birras, nas ofensas, nas atitudes que vão ferindo a confiança aos poucos.
E quando a pessoa percebe, acabou.
Não porque faltou amor no início.
Mas porque faltou maturidade para proteger o que um dia teve valor.
O mais triste é que, quando os padrões não são enxergados, a história se repete.
Muda a pessoa, mas a dor continua.
Relações raramente acabam de um...
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