Eu sei…
É difícil dar o que não recebemos — ou o que recebemos pela metade.
Muitos adultos, nas escolhas que fazem hoje, ainda são o reflexo da dor que os atravessou na infância.
Muitos de nós sentimos dificuldade em expressar o que pensamos, o que sentimos, o que precisamos.
Outros se desconfortam até com um elogio, uma ajuda, um abraço sincero.
A criança que você foi um dia ainda espera acolhimento e compreensão.
Mas é preciso entender: ninguém vai te compreender totalmente — só você conhece a profundidade da sua própria dor.
Então sinta o que ainda dói, sem fugir, sem buscar culpados.
A verdade é dura, mas libertadora: a maioria das pessoas não vai se importar com a sua dor.
E é por isso que você precisa escolher ser feliz agora, porque o tempo não espera — e cada lembrança que você revive mantém a ferida aberta.
Sabe esse sentimento de incapacidade?
Ele mora apenas na sua mente — talvez seja o eco do que te disseram quando você era criança, ou do que te negaram quando mais prec...
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