“Igual a você, igual a você
Que anda de terno e de gravata
Igual a você, igual a você
Que anda de carro, magnata
Igual a você, igual a você
Que não gosta de gente de outra raça
Igual a você, igual a você…”
A música ecoa como um espelho que ninguém gosta de encarar, revelando que o preconceito muitas vezes se esconde atrás de status, aparência e conveniência na sociedade como um todo!
No Dia da Consciência Negra, deixo esse verso como reflexão: a igualdade que pregamos não pode ser só discurso — precisa ser atitude. Porque a cor da pele nunca deveria definir quem merece respeito.
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