O que essas fotos têm em comum?
Pessoas diferentes, cenas diferentes, momentos completamente distintos.
O ponto em comum não está no assunto, está na distância, no ritmo, na forma de observar.
Aqui, a cor também segue um padrão. Tons mais fechados, quase monocromáticos, que acabam predominando naturalmente. Esse tipo de escolha ajuda a construir identidade quando buscamos coerência visual ao longo do tempo.
Fotografar com uma lente fixa, como a 28mm da Leica Q2, não é sobre limitar.
É sobre criar consistência, reconhecer padrões e treinar o olhar para contar histórias dentro do mesmo campo de visão.
Isso é só uma parte do Japão que vivi.
Outras fotos virão, com a mesma câmera, a mesma lente, mas olhando para outros detalhes.
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