Hoje, 8 de março, a Obscura homenageia uma mulher que a história oficial preferiu esquecer.
Gerda Taro foi fotojornalista, refugiada, antifascista. Em Paris, criou junto com André Friedmann o personagem que o mundo conhece como Robert Capa.
Ela vendia as fotos. Ele assinava. E quando a Guerra Civil Espanhola explodiu, ela foi para a linha de frente — a única mulher fotojornalista no front.
Morreu aos 26 anos. E ficou na sombra por décadas.
Em 2007, a Maleta Mexicana — 4.500 negativos perdidos — revelou que muito do legado atribuído a Capa era, na verdade, dela.
Setenta anos para acertar o crédito.
Esse carrossel é uma homenagem a ela. E a todas as mulheres cujo trabalho sustentou algo maior — e cujo nome ficou de fora.
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