Desde que comecei a trabalhar com 3D e pós-produção nos anos 90, ouvi muito: “vai ficar com cara de 3D?”, “hummm, ainda não chegamos lá, precisa ficar mais realista”, “esse vidro tá parecendo de plástico”. Eram limitações das ferramentas da época. Raytrace era lento e só estúdios com as caras estações da Silicon Graphics produziam resultados foto-realistas para o cinema. Com o tempo, os clientes passaram a aceitar o 3D como solução para substituir filmagens, reduzindo custos e criando cenas impossíveis de filmar, como cenas de carros com helicópteros, que antes exigiam equipes enormes e hoje são feitas por poucos artistas em estúdio.
Sempre fui um artista-técnico, testando softwares para melhorar qualidade e otimizar tempo. Em 2022, ao testar o Dall-E 2, vi potencial, mas foi só com o Stable Diffusion que percebi o que seria uma revolução no audiovisual, integrando a ferramenta ao meu pipeline. Hoje, 3 anos depois, a evolução exponencial da IA permite produzir um curta como este em 2 ...
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