A CPMI do INSS rejeitou, por 19 votos a 12, o relatório final do deputado Alfredo Gaspar após mais de 16 horas de sessão, encerrando os trabalhos sem parecer oficial após sete meses.
A base do governo Luiz Inácio Lula da Silva, com apoio de parlamentares do centrão, garantiu a maioria para barrar o texto. Do Ceará, Eduardo Girão votou a favor do relatório, enquanto Augusta Brito votou contra.
A rejeição ocorreu em meio à tentativa governista de aprovar um relatório alternativo do deputado Paulo Pimenta, que previa o indiciamento de Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, mas a proposta não foi levada à votação.
O ponto mais controverso do relatório rejeitado foi o pedido de indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, acusado de ligação com o lobista conhecido como “Careca do INSS”.
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