Autismo não define inteligência.
Um dos erros mais comuns é olhar para a pessoa autista a partir de estereótipos:
ou idealizando, como se todo autista fosse um “gênio”,
ou subestimando, como se o autismo significasse incapacidade intelectual.
A realidade é mais séria, mais ampla e mais humana:
o autismo é uma condição do neurodesenvolvimento, com apresentações muito diferentes entre si.
Cada pessoa tem seu modo de funcionar, suas potencialidades, suas dificuldades e sua forma de aprender.
Falar sobre isso com responsabilidade é fundamental para combater preconceitos, ampliar compreensão e promover cuidado mais justo.
Informação de qualidade também é uma forma de inclusão.
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