📢 CASO MONIZE: UFG SILENCIA DIANTE DE DENÚNCIAS DE ASSÉDIO MORAL E INSTITUCIONAL
Há 6 anos, a professora Monize Ramos, doutora pela
#UnB e servidora da
#UFG, enfrenta uma perseguição sistemática dentro da universidade. Com mais de 40 denúncias infundadas arquivadas, o caso ganhou novos contornos quando, em 23 de junho de 2025, uma comissão de apuração da própria UFG questionou a docente sobre sua vida íntima durante uma oitiva oficial – episódio registrado em áudio e denunciado como assédio institucional.
Em Carta Aberta, Monize relata: "Fui violentada pela comissão que deveria me proteger. Perguntaram se mantive relações com meu orientador – algo totalmente alheio ao processo". O advogado Sérgio Merola, que a acompanha, classificou o interrogatório como "lamentável e revitimizante".
Documentos obtidos pelo
universidades.br mostram que:
▸ O perseguidor (cujo nome circula em redes sociais) já tinha histórico de denúncias caluniosas;
▸ A primeira investigação, em 2020, foi conduzida ...