IA na ciência: liberdade com responsabilidade
O Brasil deu um passo importante para organizar o uso da inteligência artificial na pesquisa científica.
Em março de 2026, o CNPq — principal agência de fomento à ciência do país — publicou sua nova Política de Integridade na Atividade Científica. E um dos pontos mais comentados é justamente sobre o uso de ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT, o Copilot e outros assistentes de escrita.
O que muda na prática?
Pesquisadores que usam IA em qualquer etapa do trabalho — na escrita, na análise de dados, na revisão de literatura ou até na concepção do projeto — precisam declarar isso explicitamente, informando qual ferramenta foi usada e para qual finalidade.
Mas há uma linha clara que não pode ser cruzada: é proibido apresentar conteúdo gerado por IA como se fosse de autoria humana**. O pesquisador continua sendo o único responsável pelo que assina, inclusive por erros, imprecisões ou plágios que a ferramenta possa ter produzido.
Ou...
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