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Christine Lagarde recoloca uma tese que a Europa conhece bem: pressão também pode ser aceleração. Em momentos de crise, o continente é forçado a encarar suas fragilidades, rever prioridades e agir com mais clareza. O ponto central não é romantizar a crise. É entender que ela expõe o que já não pode mais ser adiado: competitividade, tecnologia, segurança, autonomia estratégica e capacidade de decisão. A pergunta que fica é simples: a Europa vai usar essa pressão para se fortalecer de forma duradoura ou apenas responder ao próximo choque? 👉 Siga a UNO 1NSIDERS, o centro que analisa diariamente mais de 360 setores globais, conectando a ONU e seu ecossistema, o WEF e instituições-chave como OTAN, o BIS, o FMI, o Banco Mundial, o IBRD, a OMC, a OCDE, a OMS, a OIT, a FAO, a UE, a ITU, a iniciativa AI for Good, a WMO, a UNEP, o FSB e a ISO e mais de 193 parceiros internacionais para transformar dados em decisões responsáveis. Na UNO 1NSIDERS, reunimos governos, empresas e a sociedade...

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