Jensen Huang, CEO da NVIDIA, recoloca um ponto decisivo para o futuro da inteligência artificial:
se a IA ficar concentrada demais, a inovação desacelera.
Na fala, a tese é clara: a IA precisa se espalhar por indústrias, países, pesquisadores e estudantes. E, para isso, modelos abertos e acesso mais amplo deixam de ser detalhe técnico. Tornam-se infraestrutura de progresso.
O debate já não é apenas sobre quem lidera a IA.
É sobre quem terá acesso para aprender, construir e inovar sobre ela.
A pergunta é direta:
o futuro da IA será moldado pela difusão do conhecimento ou pela concentração de capacidade?
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