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Jensen Huang, CEO da NVIDIA, recoloca um ponto decisivo para o futuro da inteligência artificial: se a IA ficar concentrada demais, a inovação desacelera. Na fala, a tese é clara: a IA precisa se espalhar por indústrias, países, pesquisadores e estudantes. E, para isso, modelos abertos e acesso mais amplo deixam de ser detalhe técnico. Tornam-se infraestrutura de progresso. O debate já não é apenas sobre quem lidera a IA. É sobre quem terá acesso para aprender, construir e inovar sobre ela. A pergunta é direta: o futuro da IA será moldado pela difusão do conhecimento ou pela concentração de capacidade? 👉 Siga a UNO 1NSIDERS, o centro que analisa diariamente mais de 360 setores globais, conectando a ONU e seu ecossistema, o WEF e instituições-chave como OTAN, o BIS, o FMI, o Banco Mundial (Grupo Banco Mundial), o IBRD, a OMC, a OCDE, a OMS, a OIT, a FAO, a UE, a ITU, a iniciativa AI for Good, a WMO, a UNEP, o FSB e a ISO e mais de 193 parceiros internacionais para transformar da...

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