Paschal Donohoe, do World Bank Group, recoloca uma das perguntas mais importantes do nosso tempo no centro da discussão:
a inteligência artificial será risco, oportunidade ou uma força de duplo impacto?
A resposta mais séria não está nos extremos.
A IA já se tornou um vetor de transformação com efeitos diretos sobre produtividade, desenvolvimento, competitividade e governança.
O desafio não é apenas adotar tecnologia. É construir instituições, competências e estruturas de decisão capazes de orientar essa transição com responsabilidade.
Quando a IA entra no centro da economia, ela não muda apenas processos. Ela muda prioridades, modelos de gestão e a forma como organizações e países disputam relevância no longo prazo.
A questão agora é clara: sua organização está estruturando capacidade real para operar com IA, ou apenas reagindo a uma mudança que já começou?
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