Quando um profissional apenas recebe ordens prontas, ele atua como um mero executor de tarefas. Porém, quando ele é convidado a dar opiniões e participar do planejamento, o projeto deixa de ser apenas “da empresa” e passa a ser “dele” também.
Carnegie destaca aqui a diferença crucial entre a obediência cega e o engajamento real. A obediência faz com que o “funcionário” cumpra o mínimo necessário para evitar punições. Já o comprometimento, gerado pela inclusão nas decisões, faz com que a equipe entregue seu melhor esforço, pois o sucesso da iniciativa valida as suas próprias ideias e contribuições.
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