Diz-se por ai que o “novo SEO” já não é subir posições no ranking.
É passar a ser fonte.
A concorrência deixou de ser “os 10 links” e passou a ser quem entra no conjunto de páginas que a IA considera…
...e quem é escolhido para ser citado.
O ponto prático é simples:
- Em 2026, não basta ter bom conteúdo.
- É preciso parecer bom para máquinas (estrutura), ser rápido o suficiente para entrar na seleção (técnico) e existir fora do próprio site (sinais de confiança).
Se isto soar abstracto, fica um teste rápido (mesmo rápido):
Se alguém perguntar à IA “qual é a melhor opção em [o teu tema]?”, o que é que a IA encontra sobre a marca… fora do site?
Se a resposta for “quase nada”, a marca pode estar online... mas continua invisível no momento da decisão.
Para 2026, uma prioridade com impacto imediato: transformar o site num activo citável, não apenas “bonito”:
- páginas com perguntas reais e respostas claras (não marketingês),
- estrutura fácil de extrair (listas, tabelas, secções obj...
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