O funil é uma excelente ferramenta pedagógica.
Mas, na prática, as pessoas não “entram num funil”.
Entram numa conversa, num vídeo, numa recomendação… e, de repente, já têm informação suficiente para passar à fase de consideração.
Faz sentido planear marketing como se o cliente seguisse passos certinhos?
Provavelmente não.
A solução (muito prática para 2026): em vez de “mais conteúdo”, criar peças que ajudam a decidir.
Três exemplos simples:
👉 “Para quem é / para quem não é” (sem medo de excluir)
👉 “3 alternativas e quando escolher cada uma”
👉 “As 5 perguntas que toda a gente faz antes de comprar” (com respostas claras)
Isto funciona porque 2025 deixou uma pista clara: a IA comprime etapas.
Numa única interação, alguém pede sugestões, compara opções, valida se faz sentido para o seu caso e sai com próximos passos.
E, já agora: em vez de depender do alcance, faz sentido reforçar activos próprios (lista e CRM) para manter consistência quando o algoritmo “muda de humor”.
#e...