A cada novo modelo, a sensação é a mesma:
a fronteira entre humano e máquina fica mais difusa.
O Claude Opus 4.5 chegou.
Mais inteligente, mais rápido, mais autónomo.
Agora, escreve código complexo sem supervisão, cria relatórios, analisa gráficos e toma decisões com contexto.
Enquanto isso, a Google dá um passo à frente com avanços em pré-treino que já preocupam a OpenAI.
Num ano, a IA passou de assistente para parceiro de trabalho.
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