SOBREVIVENTE DENUNCIA OMISSÃO E COBRA RESPOSTAS EM SERGIPE
“Eu fugi para não morrer.” A declaração é de Vânia, que afirma ser sobrevivente de violência doméstica e relata estar enfrentando uma luta desigual desde 2020.
Segundo ela, após deixar sua casa por medo, foi obrigada a sair de Aracaju e do Estado em 2021 diante de perseguições que, de acordo com seu relato, continuam até hoje. Vânia afirma ter procurado órgãos de proteção em Sergipe, mas diz não ter recebido a segurança necessária.
Ela também alega que o ex-companheiro teria influência política, o que, na visão dela, estaria dificultando o andamento das medidas legais. As acusações ainda não foram oficialmente confirmadas pelas autoridades.
O caso levanta uma questão direta: as redes de proteção estão funcionando ou falhando com quem mais precisa?
Os órgãos citados têm espaço aberto para esclarecimentos.
Compartilhe. O silêncio não pode ser regra quando o assunto é violência contra a mulher.
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