FEMTECH: A Plinq (deumplinq), startup brasileira que permite que mulheres chequem antecedentes criminais de pretendentes amorosos, mal abriu sua primeira rodada de captação e já atraiu um investidor internacional de peso. Anton Osika, cofundador e CEO da Lovable, entrou na rodada que busca levantar R$ 1,5 milhão até o fim de março. O objetivo da captação é acelerar o lançamento do aplicativo mobile da plataforma, com a meta de faturar R$ 10 milhões em 2026.
Fundada em meados de 2025, a Plinq nasceu após a curitibana Sabrine Matos assistir a uma reportagem sobre feminicídio. O caso mostrava uma jovem morta a facadas pelo ex-namorado que, segundo a investigação, escondia ao menos 14 processos de violência doméstica durante o relacionamento – algo que a vítima desconhecia.
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