O Peso Invisível da Redenção: Um homem de Dores conhecedor da aflição
Não foram apenas os cravos que perfuraram Jesus — foi o peso invisível da nossa culpa que o esmagou.
Ele não morreu apenas como um mártir. Ele sofreu como substituto. O Cristo que muitos romantizam na cruz é, na verdade, o homem de muitas dores, familiarizado com o sofrimento mais profundo que um ser humano poderia suportar — não apenas físico, mas espiritual.
Foi moído.
A palavra não é poética, é brutal. Moído como quem é triturado sem resistência. Não havia dignidade estética naquele momento, não havia beleza admirável. O Filho de Deus foi desfigurado pela violência dos homens e pelo silêncio do céu. Contado entre transgressores, tratado como culpado, embora fosse o único inocente. Cuspiram em seu rosto — o rosto que um dia irradiou glória no monte da transfiguração. Zombaram dele — daquele que sustenta o universo pela palavra do seu poder.
Mas o que mais fere não são os gestos humanos… é o propósito divino.
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