PÁSCOA DO COELHO OU PÁSCOA DO CORDEIRO?
Entre o chocolate e a cruz, entre o encanto e o sacrifício — qual Páscoa você tem celebrado?
Vivemos dias em que a Páscoa foi suavizada, adoçada e, em muitos casos, esvaziada. O coelho, símbolo de fertilidade e abundância, ganhou protagonismo. As vitrines brilham, as mesas se enchem… mas o coração, muitas vezes, permanece vazio de significado eterno.
A Páscoa do coelho encanta os olhos, mas não alcança a alma. Ela satisfaz por um momento, mas não transforma para a eternidade. É leve, divertida, comercial — mas incapaz de lidar com o peso do pecado, da culpa e da separação entre o homem e Deus.
Já a Páscoa do Cordeiro é diferente.
Ela não começa com celebração — começa com sacrifício.
O Cordeiro foi imolado. Seu sangue não decorou portas, mas marcou destinos. Na cruz, não houve espetáculo, houve substituição. Ele tomou o nosso lugar. Carregou a nossa dor. Pagou a nossa dívida.
E é aí que muitos se incomodam: porque a Páscoa do Cordeiro nos ...
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