Há um tipo de zombaria que não nasce do humor… nasce do desprezo. E quando o desprezo se fantasia de “arte”, se veste de “cultura popular” e ainda se financia com dinheiro público, ele deixa de ser apenas irreverência: torna-se perseguição disfarçada.
Nos últimos dias, vimos uma escola de samba — patrocinada com recursos do povo — usar o palco mais barulhento do país para ridicularizar a família evangélica conservadora. Não foi crítica. Foi escárnio. Não foi debate. Foi caricatura. E como sempre acontece quando a fé é o alvo, a plateia aplaude e chama de “liberdade”.
Mas aqui está a pergunta que ninguém quer responder: por que o riso sempre mira o mesmo lado?
Por que o cristão, especialmente o cristão conservador, é tratado como inimigo público? Por que a família que crê em princípios bíblicos é pintada como ignorante, atrasada, perigosa — enquanto toda forma de transgressão é celebrada como virtude?
A Bíblia já havia descrito esse fenômeno com precisão cirúrgica: “Zombam da verdade...
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