Uma igreja genuinamente bíblica
Uma igreja genuinamente bíblica não nasce do mercado, mas da Palavra. Ela não é moldada por tendências, mas pelo Evangelho. Seu pulso não é medido por aplausos, números ou engajamento, e sim pela fidelidade silenciosa à cruz de Cristo.
Há estruturas religiosas que trocaram o altar pelo palco, o púlpito pela performance e a comunhão pelo entretenimento. Nelas, o culto se tornou espetáculo, a fé virou produto e o fiel, consumidor. O problema não é a linguagem contemporânea, mas a ausência de profundidade; não é a relevância cultural, mas a irrelevância espiritual. Quando tudo precisa agradar, pouco resta para confrontar.
A igreja bíblica não existe para atender as demandas do homem pós-moderno, mas para anunciar a reconciliação do homem com Deus. Ela sabe que o Evangelho não começa com autoestima, mas com arrependimento; não termina em promessas vazias, mas passa necessariamente pela cruz. Onde Cristo é reduzido a meio para fins humanos, já não há adora...
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