O Natal é Nosso! Gloriosa festa do Nascimento de Jesus.
Há algo desconcertante na simplicidade do Evangelho. Um Deus que se faz menino, uma manjedoura que se torna púlpito, anjos que pregam antes dos teólogos. Talvez por isso o Natal incomode tanto. Não por excesso de luzes, mas por causa da Luz verdadeira que insiste em brilhar nas trevas.
Vivemos dias em que a mensagem mais simples — “Deus amou o mundo” — é tratada como ameaça. Falar de Jesus, sobretudo às crianças, passou a ser visto como atrevimento. Em nome de uma suposta neutralidade, tenta-se silenciar a fé; em nome da liberdade, limita-se a expressão cristã. Nada muito diferente do que já se ouvia em Jerusalém: “não falem mais nesse nome”.
O problema nunca foi o Natal em si. O problema é o que ele anuncia. Um Salvador que não negocia a verdade, que confronta ídolos, que oferece graça sem pedir permissão às ideologias do seu tempo. O mundo tolera símbolos vazios, mas teme um Cristo vivo.
Por isso, defender o Natal não é defe...
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