A tomografia de baixa dose segue sendo o principal método de rastreamento do câncer de pulmão em pessoas de alto risco.
Mas novas pesquisas têm avaliado exames de sangue capazes de identificar sinais da doença antes mesmo do diagnóstico clínico, inclusive em casos que não aparecem na tomografia.
Os resultados chamam atenção para um possível papel complementar no futuro, especialmente na ampliação da detecção precoce.
Ainda assim, é importante colocar isso em perspectiva. Esses testes estão em investigação e não fazem parte da prática clínica atual. O rastreamento continua baseado na tomografia, com indicação bem definida.
O que vemos aqui é um avanço em estudo, que pode ampliar as ferramentas disponíveis ao longo do tempo.
Você já tinha ouvido falar sobre esse tipo de teste?
Fonte: GBOT
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